Ação da motivação

Ação da motivação

É comum falarmos da morte, nos aproximarmos dela e dançarmos com a morbidez das palavras quando nos sentimos saturados (da monotonia, de alguma atividade estressante, da cobrança, da correria, da falta de reconhecimento, do vazio existencial…).

“Estou morto!”, “Morto de cansaço”, “Morto por dentro”, “Não vivo, apenas existo”, “Queria estar morto!”, dizemos.

O que temos dificuldade de enxergar, nesses momentos em que a autoestima e a motivação para seguir em frente se encontram a sete palmos do chão, é que existe saída. Sempre. Se você não encontra mais razão para seguir fazendo o que faz, chegou a hora de refletir, mergulhar em sua consciência e encontrar o que há de errado, o que o afasta de sua essência, o torna alheio a você mesmo e o faz perder o gosto pelo que faz.

Ache seu propósito, siga-o, agarre-se ao que você valoriza.
Se isso significar mudança em sua vida, mude! A mudança pode ser saudável (e empolgante) se bem pensada.
Se isso apontar que ainda existe um longo (e árduo) caminho entre você e seu objetivo: ponha-se em ação! “Motivação é uma porta que só abre pelo lado de dentro”.

A morte é instantaneidade, conclusão, rigidez, passado. A vida é infinito, incerteza, liquidez, futuro. Há muito a ser vivido, experienciado, absorvido ainda… Não desista!

Fica aí, então, esta mensagem para quem, lendo, identificou-se com ao menos uma palavra que transmito: Paciência na turbulência e sabedoria na travessia!

[E, da próxima vez que o despertador tocar, chamando para enfrentar o dia, espero que você levante na paz, empenhado a se esforçar, alegre. Se garanta, torço por você!]

“Um dia… pronto!…, me acabo.
Pois seja o que tem que ser.
Morrer: que me importa?… O diabo
É deixar de viver!”
(Mário Quintana)

Escrito por Miguel da Cruz

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