Soneto À Lua

Soneto À Lua

São nas noites escuras e solitárias que eu mais sinto falta da Lua,
Seu brilho prateado ilumina as noites que passam em branco,
Trazendo nostalgia por todas as memórias compartilhadas no crepúsculo,
Mas também relembrando o eclipse total de nossos corações.

São nas noites frias e sem estrelas que eu mais me sinto perdido,
O céu encoberto pelas nuvens esconde a minha eterna estrela,
Provocando uma ansiedade que não cessa até que minha Polaris apareça,
Mas também aliviando toda a tensão quando ela volta para me guiar.

Os dias passam rápido com o sol sempre de vigia,
Mas é quando a noite chega que começa a agonia,
Sempre acompanhada daquela doce melodia.

Nas madrugadas, meu eu solitário contempla a rua,
Cabisbaixo, como se esperando que a mente conclua,
Que o luar verdadeiro só existe com a Lua.

Texto escrito por A. Larkin

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